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Aprenda na prática

e se desenvolva como escritor

Para quem é esse curso?

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Para quem já

escreve, por profissão ou hobby

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Para quem não

escreve, mas reconhece a importância do texto no dia a dia

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Para quem quer

se desenvolver como escritor

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Para quem busca

uma relação mais íntima com a escrita

O Ato de Escrever
com Pedro Bial

Conheça seu professor

Escritor, jornalista e apresentador, Pedro Bial mantém uma relação íntima e duradoura com a escrita. Nascido no Rio de Janeiro, formou-se em Comunicação Social pela PUC-RJ em 1980. Ainda na faculdade produziu alguns curtas-metragens e documentários, o que despertou seu interesse pelo jornalismo televisivo. Iniciou sua trajetória na TV Globo em 1981 – onde comanda, desde 2017, o talk show Conversa com Bial. O texto sempre foi seu maior aliado, ferramenta de trabalho, chefe mais exigente e causa de muitas noites mal dormidas. Seja na TV, no teatro ou no cinema, o ato de escrever sempre o acompanhou. Com sua experiência e paixão pelo tema, ele desenvolveu um conteúdo para quem reconhece a importância e complexidade desse universo e quer desenvolver uma relação mais íntima com a escrita.

Você vai aprender

Para Pedro Bial, o maior desafio profissional sempre foi trazer a clareza e a sensibilidade necessárias para contar a história de modo fidedigno. E é nessa busca por clareza, precisão, síntese e humanidade – os 4 pontos cardeais do texto – que ele te convida a desenvolver uma relação mais íntima com a escrita. O ato de escrever não se esgota, tampouco seu aprendizado. Por isso, ao longo de 10 aulas, você vai aprender que um escritor se forma lendo. Aprenda na prática sobre estrutura, gêneros e estilos textuais; compreenda as técnicas recomendadas nos principais manuais de escrita no mundo; entenda a relação do escritor com a obra; e participe de uma reflexão sobre a importância do texto na arte.


Aula Inaugural | Tudo é Texto – Parte I e Parte II

Conheça mais sobre o histórico do leitor Pedro Bial. Entenda a relação construída com a literatura ao longo da vida, que o conduziu em sua trajetória como jornalista e escritor. Nessa “protoaula”, ou seja, o modelo que servirá de base para os próximos encontros do curso, Bial demonstra como sua didática não se baseia em experiências de ensino tradicional, mas em aprendizado prático e não convencional.

Você sabe qual é a importância da estrutura na produção de um texto? Na segunda aula do curso, Bial introduz o legado de Nelson Rodrigues, desde a construção de diálogos até o uso da pontuação para garantir a verossimilhança característica do autor. Também discorre sobre sua relação com a literatura russa e analisa a abertura de “Anna Kariênina”, de Liev Tolstói. Entenda como explorar a língua através das obras de Guimarães Rosa e Rubem Braga. O encerramento fica a cargo do gaúcho Mario Quintana.

O objetivo dessa aula é apontar caminhos. Para isso, Bial aborda os pontos cardeais de um bom texto – conteúdo, concisão, clareza e humanidade – e analisa, em seguida, as especificidades e desafios do texto publicitário. O depoimento de fechamento da aula fica por conta de Washington Olivetto.

Os métodos e processos de escrita podem ser adotados por qualquer escritor que busca um norte para trilhar seu caminho. Nesta aula, Pedro Bial se debruça sobre as razões e inquietações que movem o escritor e analisa a importância do primeiro parágrafo em grandes obras, como “A Lua Vem da Ásia”, de Campos de Carvalho, e “Macunaíma”, de Mário de Andrade. Este ponto conduz à minuciosa escolha de palavras e à máxima “escrever é cortar palavras”. Como exemplo de clareza na escrita, o texto de fechamento é da economista Monica De Bolle.

Existe uma infinidade de manuais de escrita, redação, roteiro, jornalismo e publicidade. O que não falta é material para estudar a forma como um bom texto pode ser estruturado. Na quinta aula do curso, Bial analisa as condutas destacadas pelos manuais da redação do The Economist e da Folha de São Paulo. Em seguida, explica o conceito e a origem do lide e comenta sobre as outras possibilidades de pirâmide jornalística que surgiram com a internet, de acordo com a teoria do jornalista colombiano Guillermo Franco. Ele finaliza a aula com o depoimento sobre “precisão”, do escritor Sérgio Rodrigues.

Depois de abordar as especificidades da ficção e da não ficção, Pedro Bial trata da adaptação do texto literário para o cinema e discorre sobre o método de imersão no projeto, do ator ao romancista. Ele compartilha seu processo particular, que começa pelo trabalho como jornalista e sua relação com as fontes, até desembocar no processo de escrita do musical Chacrinha. O encerramento da aula é o depoimento de Luiz Schwarcz, da Companhia das Letras.

A aula começa com os elementos que levam o escritor, jornalista ou qualquer pessoa a escrever: motivação, oportunidade e meios. A limitação imposta ao autor, seja de tempo, de espaço ou de verba, é representada em alguns exemplos de flash fiction. Em seguida, Bial inicia os diálogos acerca das funções da linguagem e trata da sua interpretação sob o olhar de alguns autores, como Walter Benjamin – um trecho do filme “Jogo da Imitação” o ajuda a construir a ideia. O depoimento final é do psicanalista Francisco Daudt.

A oitava aula do curso é focada nas características sociolinguísticas do idioma. Amparado nas obras “Guia da Escrita” e “Preconceito Linguístico”, Bial analisa a função sociopolítica da língua e os fenômenos da “maldição do conhecimento” e da “fixidez funcional”. Ele traz, ainda, a literatura de cordel, o hip-hop e a Carta pras Icamiabas, de “Macunaíma”. O depoimento de Drauzio Varella encerra a aula.

Na penúltima aula do curso, Bial apresenta os estilos de texto mais comuns ao cotidiano: narrativo, dissertativo e injuntivo. Também aponta as singularidades e diferenças entre os gêneros literários – romance, biografia, conto, crônica e poesia – e comenta sobre as diferenças entre o texto para ser lido e o texto para ser falado. A aula se encerra com o o depoimento de Mario Sergio Cortella sobre o ato de escrever.

Pedro Bial encerra o curso com a indagação: qual é a função da arte? Em sua busca, analisa o texto não verbal, ou seja, a leitura de obras visuais como pinturas e fotografias. Em seguida explica as diferenças entre uma peça lírica, épica e dramática para adentrar no texto teatral e no roteiro de cinema. Bial trata também da importância do subtexto, especificamente nestes formatos. A aula conta com a análise de obras como a pintura Abaporu, as peças Hamlet e Esperando Godot, os filmes Blade Runner e Terra em Transe, e a série Mad Men. O depoimento final fica a cargo do advogado e especialista em Shakespeare, José Roberto de Castro Neves.